A divulgação do IFC 2023, o maior encontro da cadeia do pescado da América Latina, iniciou com um ROAD FISH passando pela FENACAM - Feira Nacional do Camarão, realizado em Natal - RN, Brasília e são Paulo, em encontros e reuniões com os principais players do setor.
Na FENACAM foram fechados estandes para a feira do próximo ano e alinhavados importantes apoios e participações, com a previsão de lançamentos inovadores que serão apresentados em Foz do Iguaçu - PR na quinta edição do International Fish Congress e FISH EXPO Brasil que vai reunir mais de 150 empresas nacionais e multinacionais.
Em visita ao estande da TREVISAN, parceira desde a primeira edição do evento foi acordado sobre a apresentação de uma tecnologia inédita que foi desenvolvida pela equipe de P&D da empresa paranaense e que será apresentada em primeira mão na FISH EXPO 2023.
A Presidente do IFC Brasil, Eliana Panty, destaca que a realização da quinta edição do evento será um marco temporal para a aquicultura brasileira e latinoamericana, pois coloca o Brasil em definitivo no centro das atenções do mercado internacional . "O IFC Brasil 2022, conseguiu reunir muito do que há de mais moderno hoje na aquicultura mundial. Daqui a 5 ou 10m anos veremos o quanto foi importante todas as empresas de tecnologia, esses cérebros pensantes, toda essa inteligência reunida com mais de 50 palestrantes vindos de 16 países. Essas tecnologias anuais vão catapultar a produção da proteína do pescado".
Nos próximos meses a divulgação passará por países da América Latina e América do Norte e principais eventos do Brasil, divulgando a marca e convidando para o melhor ambiente de negócios da cadeia do pescado.
"A cadeia da proteína do pescado está atingindo um processo de maturidade, crescendo rápido pelo aporte de tecnologia", afirma Panty. Uma evolução já vivida pelos setores do frango, do suíno e do bovino. "A cadeia do pescado no Brasil vai evoluir de uma forma muito rápida, através das cooperativas, dos grandes empreendedores e pelo trabalho do pequeno produtor que está espalhado pelo Brasil".
Presença de investimento
Para um parco definitivo do IFC foi a presença de financiadores das tecnologias, como a Caixa Econômica Federal. "Isso representa pulverização de renda, envolve milhares de famílias no processo, que hoje tem aporte financeiro focado na aquicultura. A Caixa Econômica trouxe isso para a aquicultura e esse aporte financeiro, junto com a tecnologia que está disponível, vemos uma cadeia de proteína em plena expansão, muito sustentável e que está perto dos núcleos de consumo também".